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» Principais Festas Populares na Póvoa de Varzim
 
Nossa Senhora da Assunção
Na comunidade piscatória poveira, que se foi instalando na orla da enseada, o culto pela virgem foi inicialmente dirigido à Nª Srª da Lapa, cuja confraria foi criada em 1761 para "amparo dos Homes do Mar", mas, logo em 1792, tomou a designação de Irmandade de Nª Srª da Assunção. Durante muitos anos funcionou como uma verdadeira associação de classe, havendo nas embarcações a "rede da Senhora", cuja safra revertia para a irmandade.

No dia 15 de Agosto, a Virgem é venerada com toda a pompa e circunstância. O momento mais alto dos festejos corresponde à grandiosa procissão que conhece o auge quando, frente ao porto de pesca, os andores são voltados para o mar e centenas de foguetes lançados dos barcos engalanados rebentam num estalejar ruidoso, como se os poveiros quisessem ter a certeza de que as suas preces chegam aos ouvidos dos Santos cujas imagens ali conduzem em triunfo, a quem suplicam águas pacíficas e mais copiosas em peixes.
 
Nossa Senhora das Dores
Na Póvoa, o culto da mãe de Jesus sob esta invocação remonta a 1768, ano em que foi colocada uma imagem na antiga capela do Senhor do Monte. A grande adesão exigiu a edificação de templo próprio. Este ficou concluído no princípio do século XIX, mas só em 1866 adquiriu o aspecto actual, com a construção das 6 capelas circundantes, onde estão ilustradas seis dores de Nª.Srª, estando a sétima representada no próprio altar-mor.

As palavras de Jorge Barbosa são, por si só, bastante ilustrativas: "O testemunho da eficácia da Sua protecção e de que os Seus devotos a Ela não recorrem em vão, está bem patente na comovedora multidão de pessoas (muitas delas descalças) que acompanham a Sua Imagem, na procissão através das ruas da Póvoa, e na impressionante floresta de velas conduzidos pelos devotos reconhecidos por graças alcançadas..."

Decorre em meados do mês de Setembro esta festividade com tradições seculares, onde, para além dos tradicionais festejos com espectáculos de variedades, fogo preso e grandiosa procissão, ressalta a típica feira da louça.
 
São Pedro
Adoptada como Festa da Cidade, corresponde a uma semana de espectacular animação em que toda a Póvoa vem para a rua.  O momento por excelência é o da noite de 28 para 29 de Junho, em que se canta, dança e comem sardinhas assadas à volta das fogueiras, num ambiente onde, rapidamente, se passa do estatuto de desconhecido a conviva cúmplice nos folguedos da noite. Os principais protagonistas são os vários bairros da cidade que, coordenados pela Câmara Municipal, preparam os tronos e as actuações das rusgas.

Embora o santo seja venerado pelos poveiros desde tempos muito remotos, sofreu uma interrupção abrupta com a tragédia marítima de 27 de Fevereiro de 1892 que vitimou cerca de uma centena de valorosos pescadores. O luto de viuvez, orfandade e familiar submergiu a Póvoa e afogou o ânimo para folguedos, caindo esta festa em desuso.
Em 1962, por iniciativa da Comissão Municipal de Turismo, reavivou-se a tradição, voltando a constituir a grande festa da cidade. Esta situação foi reforçada quando, em 1974, o dia 29 de Junho passou a constituir feriado Municipal.
Semana Santa
As celebrações da Semana Santa remontam a 1678, graças ao legado instituído por António Cardia e sua filha, para a realização "in perpetuem" dos ditos ofícios.

Apesar da quaresma sempre ter sido, para os poveiros, um período de recolhimento, de contenção das manifestações de alegria, os mais novos conseguiram arranjar subterfúgios para escapar à seriedade da época, preparando, alvoroçados, as suas lanternas para a procissão de 5º feira Santa à noite, a "Serra-essa-Velha", a Queima do Judas, etc.

Embora algumas tradições se tenham perdido, são muitas as manifestações, quer de carácter profano quer religioso, que se desenrolam, sobretudo de 5ª feira a Domingo. As ruas e as igrejas são ricamente decoradas, evocando a Paixão de Cristo, mas o principal ponto de interesse continua a ser o esplendor das procissões poveiras, sobretudo o da sumptuosa procissão do Enterro do Senhor, na 6ª feira Santa à noite.
Procissões
- Procissão das Lanternas - sábado da Paixão
- Procissão dos Passos - Domingo da Paixão
- Procissão de Ramos - Domingo de Ramos
- Procissão do Enterro do Senhor - Sexta-feira Santa (nocturna)
- Procissão da Ressurreição - Domingo de Páscoa (manhã)
- Procissão da Senhora do Desterro - 15 dias depois da Páscoa
- Procissão do Corpo de Deus (Junho)
- Procissão dos Santos Populares (Junho) dia 29
- Procissão da Senhora de Belém (Julho)
- Procissão da Senhora da Assunção (Agosto) dia 15
- Procissão do Senhor do Bomfim (Setembro)
- Procissão da Senhora das Dores (Setembro) dia 15
- Procissão da Senhora do Rosário (Outubro)
- Procissão ao Cemitério (Novembro) dia 1
- Procissão da Senhora da Conceição do Castelo (Dezembro dia 7 - nocturna)
   
 
 
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