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» Perspectiva Geral
 
A composição actual do concelho da Póvoa de Varzim é muito recente, pois formou-se no século XIX (entre 1836 e 1855). Podemos tentar ter uma visão cronológica dos principais edifícios que compreende, mas tendo sempre em atenção que as freguesias pertencerem a outros concelhos, nomeadamente Vila do Conde e Barcelos.
 
Estilo Românico (Sec. XI - XIII...)

-Igreja de Rates (e Rio mau - que também já fez parte integrante da Póvoa de Varzim entre 1836 e 1853)
-Capital de Amorim (e noticia da Igreja) (Séc. XII ?)
-Vestígios da antiga igreja matriz da Póvoa ( a primitiva capela provavelmente tinha alguns elementos românicos, como a serpente sobre a porta);

 
Estilo Gótico (Séc. XII - XV)

- Igreja de Sª Clara de Vila do Conde (2º quartel do séc. XIV)
- Vestígios da antiga igreja matriz da Póvoa (Capela da Mata)
- Vestígios existentes na igreja de Argivai - Cristo gótico (Séc. XIV ?)
- Imagem de Nª Sª do Varzim (Séc. XIII ?)
- Imagens de S. Tiago e S. Telmo (séc- XIV ?) da antiga matriz da Póvoa; S. Tiago da Capela S. Roque da Póvoa (séc. XV ?);

 
Gótico Final (Manuelino) e Renascimento (Séc. XV-XVI)

- Fachada da Igreja Matriz de Vila do Conde
- Pia baptismal da antiga matriz da Póvoa
- Nª Sª das Candeias de Terroso, Nª Sª do Rosário de Amorim (Séc. XVI - Inícios ?)

 
Maneirismo (2ª met. do séc. XVI...)

- Igreja velha de Santiago de Amorim (1595)
[Claustro do Convento de Cristo em Tomar (1557) e Misericórdia de Viana (1598)]
- Lanternas de Amorim e de Rates, custódias (Séc. XVII)
- Retábulo maneirista, pintura e imagens de Terroso (c. 1670) - tema importante na época da Restauração
- Capela de Sº André e igreja matriz de Laúndos - exemplo das pequenas capelas e igrejas existentes no país (anteriores ao período barroco) e que foram sendo ampliadas ao longo dos séculos.

Estilo Barroco (Séc. XVII - XVIII...)
- Fachada da antiga igreja matriz da Póvoa (Final do séc. XVII)
- Nova Igreja Matriz da Póvoa de Varzim (1743-1757)
- Talha estilo nacional: Retábulo de Nª Sª das Dores - capela do Senhor da Praça de Rates (Final do séc. XVII ou inícios do XVIII);
- Talha de estilo Joanino: Exemplo da Junqueira, Capela de Nª Sª da Graça e Igreja de Vila do Conde (Séc. XVIII)
- Talha rocaille (2ª met. XVIII): - Igreja Matriz da P.V (1755 - 1757) - vestígios descobertos pelo Sr. Zacarias no Retábulo de Nª Sª da Soledade.
- Retábulo do SS. Sacramento de Rates;
- Capela de Sº António de Cadilhe - exterior e interior (Retábulo de 1786) - Capela de Nª Sª da Conceição do Castelo (1743)
- Capela do Senhor da Praça, em Rates (1745)
- Igreja de Santiago de Amorim - "capela de Nª Sª das Dores" (obras de finais do séc. XVIII) - Imagens barrocas (tipos característicos e devoções)
- Alfaias de prata barroca (muito frequentes);
 
Estilo Neoclássico (Final do Séc. XVIII - XIX...)

[Início do séc. XIX: período difícil com as Invasões Francesas, guerra civil, etc.]
- Edifícios civis e religiosos: época de boa construção na Póvoa de Varzim e Vila do Conde;
- Mosteiro de Sª Clara - risco (1777) do mestre Henrique Ventura Lobo, mestre pedreiro que trabalhou na Cadeia da Relação do Porto (que influenciou o risco) - gosto neopalladino.
- Câmara Municipal da P.V. (1790)
- Renovação com talha neoclássica na Sé de Braga (1780)
- Talha neoclássica de Sª Clara de V. Conde (1798 a 1800 - o entalhador Manuel Pereira da Silva, do Porto, fez os retábulos da capela-mor e do transepto foram transferidos para a igreja do Monte, Murtosa, Aveiro construida em 1926 - 1929.
-Retábulo de Amorim (1812 - 1816)

 
Ecletismos e Revivalismo (2ª met. séc. XIX)

Com o aumento da emigração e a melhoria da situação política quase todas as igrejas são renovadas a partir da 2ª met. do séc. XIX (ou reconstruídas) e seus retábulos de talha renovados (mais fáceis de conservar e mais baratos);

- Igreja de Beiriz e talha neoclássica / ecléctica - podemos acompanhar a lenta construção graças ao trabalho do Pe. Amorim (1865 - ...). Retábulo de Nª Sª do Rosário (1870), Tribuna da Capela-mor: 1875 - 1877; Sanefão: 1880 (segue o modelo do de Vila do Conde que já lá não existe)

Aparecimento dos cemitérios: novo local onde se colocam obras de arte (normalmente conciliando a arquitectura e a escultura) - o Cemitério velho da Póvoa é de 1866 e o da Giesteira é de 1892.

Devido ao aumento populacional, à emigração, divisão de freguesias, etc: ampliam-se antigas capelas e constroem-se igrejas.

- Igreja de Navais (fachada de finais do séc. XVIII), Aguçadoura (Capela de Nª Sª da Boa Viagem - 1874), Balazar (1904 - 1907)
- Capela de Nª Sª das Dores (1768 inicio da construção / 1 torre em 1805 / 1866 - 6 capelinhas)
- Igreja do Sagrado Coração de Jesus (Retábulos ao novo gosto, castanho escuro) (1890)
- Capela do Senhor do Bonfim (1891)
- Capela de S. Roque (1887...)
- Igreja da Misericórdia (eclectismo) - 1909 - Arquitecto: A. R. Adães Bermudes

 
Neo - Românico: início do séc. XIX

- Igreja nova de Amorim (também interior) - 1904, ... - Arquitecto: A. R. Adães Bermudes (Com grandes semelhanças com a igreja de Espinho)
- Nova fachada da Capela de Nª Sª da Saúde (1907)
- Capelas funerárias
- Capela de S. José - Arquitecto: Moura Coutinho de Almeida d´ Eça Guimarães (com edifícios do mesmo estilo, criando enquadramento) - Década de 20.
Arranjos mais recentes - visão da limpeza e ausência de ostentação
- Igreja de S. José (1960)

 

Outros elementos, como os cruzeiros, monumentos, nichos de Alminhas do Purgatório, adros, praças, etc. são fundamentais para o desenrolar da vida da comunidade;
    
Procissões (com os tapetes de flores e serrim, arcos festivos, mantas, etc. a alterarem o aspecto das ruas: arte móvel por excelência, teatral) são as festas da localidade, motivo de orgulho da população, em que as imagens sagradas deslocam-se nos espaços civis - com a conjugação perfeita na festa do Corpo de Deus.)

 
Textos de autoria de Deolinda Maria Veloso Carneiro
 
 
 
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